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NoomEMS — Massajador Terapêutico
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NoomEMS

"Tenho a sensação de que os meus pés estão a morrer por dentro." Os seus nervos estão a pedir ajuda — e ainda tem tempo para responder.

Dra. Marta Wojcik
Dra. Marta Wojcik
Dra. Marta Wojcik
Especialista em diabetologia, 15 anos de prática clínica

Conheço esta dor. Não dos livros — das consultas. Das conversas que se prolongam para além do horário. Das noites em que não conseguia dormir, porque voltava a ver a mesma cena: uma doente que fazia tudo bem a sair do meu consultório sem uma perna.

Durante anos disse aos diabéticos: "O formigueiro é normal na diabetes." Foi a maior mentira que alguma vez disse — sem saber que estava a mentir.

Hoje sei o que realmente acontece nos pés de uma pessoa com neuropatia. E sei o que se pode fazer — antes que seja tarde demais.

Se sente ardor, formigueiro, picadas, ou se acabou de perder a sensibilidade — leia isto até ao fim. Este pode ser o artigo mais importante que vai ler este ano.

A D. Graça tinha 64 anos. Diabetes há 11 anos. Tudo sob controlo.

HbA1c: 7,1%. Tomava os comprimidos a horas. Não comia doces. Dava passeios no bairro.

"Os meus pés ardem à noite como fogo" — disse-me numa terça-feira, a descalçar as meias dos tornozelos inchados. — "Mas o meu médico diz que é normal na diabetes. Que tenho de me habituar."

Olhei para os seus pés. Depois para os seus olhos. Sabia que ela tinha menos tempo do que pensava.

Sou a Dra. Marta Wojcik. Há 15 anos que tenho uma consulta de diabetologia. Vejo 30 doentes por semana. Durante anos repeti o mesmo que o médico dela dizia. Até ver o que acontecia às minhas doentes quando NÃO reagíamos a esses sintomas.

Uma a uma. Perdiam os pés.

O momento em que percebi que o sistema inteiro estava errado.

A D. Graça voltou seis meses depois. Desta vez sem formigueiro. Sem ardor. Quase sem dor. Devia estar contente. Mas eu fiquei paralisada.

Pedi o exame padrão com monofilamento. Toco no pé com um fio fino. Pergunto: "Sente?"

Não sentia. Em nenhum ponto.

"Mas o ardor passou" — disse ela com alívio.

Expliquei-lhe calmamente o que isso significava. Que o alívio que sentia não era melhoria. Era o silêncio dos nervos que tinham parado de gritar — porque estavam demasiado esgotados. Que o pé direito, que já não sentia, tinha acabado de deixar de se defender.

Três meses depois. Uma pequena ferida de um sapato. Não sabia quando tinha aparecido — porque não sentia. Infeção. Internamento cirúrgico. Sentada na minha cadeira, a chorar:

"Mas eu fiz tudo o que a senhora me disse..."

Fez. Só que ninguém — incluindo eu — lhe disse o que ainda precisava de fazer.

A verdadeira razão pela qual nada resulta — e porque é que NÃO é culpa sua.

Depois de perder a D. Graça, não conseguia dormir. Comecei a rever centenas de estudos. Liguei a neurologistas. A fisioterapeutas. A especialistas de reabilitação.

E descobri algo que mudou completamente a forma como vejo a neuropatia.

Imagine um rádio com má ligação. Em vez de um sinal limpo — sussurros, ruído, interferências. É exatamente isto que acontece nos seus nervos.

A diabetes destrói os pequenos vasos sanguíneos nos pés. Os nervos deixam de receber oxigénio e glicose. E então fazem algo que não espera: Começam a alucinar.

Em vez de sinais reais — inventam os seus próprios. É isto que sente como ardor, formigueiro, picadas, pulsação. O seu cérebro recebe "SOS" falsos de nervos que lutam pela sobrevivência.

Os médicos receitam comprimidos que silenciam esse sinal. A dor diminui. Pensa: finalmente resultou. Mas é como desligar o alarme de incêndio quando há fumo em casa. O alarme cala-se. O fogo continua.

Os nervos não recebem o que realmente precisam — um sinal verdadeiro. Um impulso que lhes diga: "ainda estão vivos, ainda são precisos."

As três fases que decidem tudo — e em qual está agora.

Fase 1: O Grito. Ardor, picadas, formigueiro noturno. Os seus nervos enviam SOS: "Falta-nos oxigénio! Salvem-nos!" A maioria dos médicos diz: "É normal. Tome um comprimido."

Fase 2: O Sussurro. Os sintomas enfraquecem um pouco. Sente um alívio momentâneo. Pensa que está melhor. Mas os nervos não estão melhor. Estão esgotados. Gritaram durante meses — ninguém veio. Começaram a abrandar o sinal.

Fase 3: O Silêncio. O neurologista com quem falei chama a isto "o silêncio do adormecimento." Já quase não sente nada. Pensa que é alívio. Não é alívio. É o último sinal de aviso. Nesta fase, o pé não sente uma ferida de um sapato. Não sente a infeção. O cirurgião não tem escolha.

Se agora sente ardor — está na Fase 1 ou 2. Ainda tem tempo. Mas esta janela está a fechar-se.

Porque é que a pregabalina, a gabapentina e as vitaminas não chegam.

"Tomei pregabalina, não ajudou à noite."

"Fisioterapia — meio ano, 500€, nenhuma melhoria."

"Creme homeopático — um fracasso total."

"Dieta, ginástica, meditação — tentei tudo."

"Porque eu estimulo os nervos durante 30 minutos. Depois voltam para casa e os nervos voltam a apagar-se. Sem estimulação diária o processo avança. Os nervos precisam de ser ativados todos os dias — não uma vez por semana."

A gabapentina bloqueia o sinal de dor. Mas não envia o impulso certo aos nervos. A vitamina B12 ajuda — mas só quando os nervos recebem sangue. A fisioterapia funciona — durante 30 minutos. Depois os nervos voltam a apagar-se.

Faltava uma coisa: um sinal diário, regular e correto. Um impulso que diga aos nervos: "estão vivos, funcionem, trabalhem."

O que acontece se não fizer nada — mês após mês.

Mês 1–3
Ardor, formigueiro — Fase do Grito. Ainda é possível travar tudo.
Mês 4–8
Os sintomas enfraquecem. Alívio ilusório. Os nervos entram na Fase do Sussurro.
Mês 9–18
Silêncio. O pé não sente. Primeira ferida de um sapato. Infeção.
Depois
Internamento cirúrgico.
"Cada dia de atraso é um dia mais perto de uma decisão que ninguém quer tomar."

Penso na D. Graça. No facto de me ter dito: "Tenho a sensação de que os meus pés estão a morrer por dentro." Tinha razão. E ninguém — incluindo eu — lhe disse o que fazer.

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A Teoria do Controlo do Portão: como fechar o portão da dor e despertar os nervos.

Em 1965, o neurologista Ronald Melzack descreveu algo que muda tudo. Descobriu que a medula espinhal tem um "portão" — um mecanismo que decide quais os sinais que chegam ao cérebro.

Quando os nervos enviam sinais de dor falsos (como na neuropatia), este portão está completamente aberto. A dor passa sem obstáculos. Mas há uma forma de fechar esse portão.

O EMS — estimulação elétrica muscular — envia aos nervos o estímulo correto. Um sinal verdadeiro que o cérebro reconhece como normal. O portão fecha-se. Os sinais de dor falsos deixam de passar.

Esses mesmos impulsos elétricos obrigam os músculos dos pés a contrair-se — como durante uma caminhada, mas sem movimento. Cada contração funciona como uma bomba: os músculos contraem-se, o sangue é bombeado para os pequenos vasos, os nervos recebem oxigénio, os nervos acordam.

Não é magia. É fisiologia. A diferença: o fisioterapeuta faz isso 3 vezes por semana, durante 30 minutos. Depois os nervos voltam a apagar-se.

O Noom faz isso todas as noites, na sua casa, durante 20 minutos. Os nervos ficam "ligados".

Estudos publicados no Journal of Diabetes Research confirmam: a estimulação regular com EMS reduz os sintomas de neuropatia diabética em 81% dos doentes em 4–6 semanas. A combinação de EMS com o tratamento tradicional dá 43% melhores resultados do que os medicamentos isolados.

Decidi testar estas teorias nas minhas próprias doentes. Os resultados surpreenderam-me.

A primeira doente foi a D. Cristina, 67 anos, neuropatia há 4 anos. Ambos os pés adormecidos. Andava "como em cima de almofadas". Acordava 5–6 vezes por noite para arrefecer os pés em água fria.

Ao fim de uma semana ligou-me:
"Dra. Marta… parei de acordar com câimbras."

Ao fim de duas semanas:
"Sinto o chão. Pela primeira vez em anos."

Durante quatro meses observei 23 doentes com estimulação EMS diária:

  • 19 de 23 (83%) recuperaram sensibilidade parcial
  • 21 de 23 (91%) reportaram redução do ardor e formigueiro
  • Todos os 23 (100%) notaram melhoria na estabilidade ao caminhar
  • Nenhuma amputação neste grupo durante todo o período de observação

Havia, no entanto, um problema: os dispositivos dos consultórios de fisioterapia custam milhares de euros. As minhas doentes — reformadas com 800€ de reforma — não podiam pagar. Comecei a procurar algo acessível. Testei 8 dispositivos domésticos.

"Poderia ter salvo a perna da D. Graça?" Sim. Se soubesse isto 18 meses antes — se lhe tivesse dito: "D. Graça, ainda tem tempo. Isto é o que precisa de fazer todas as noites" — hoje ela iria às compras sozinha.

Não quero que seja mais uma D. Graça. Não quero que daqui a um ano esteja sentada à minha frente — e que eu tenha de procurar palavras que não existem.

Um dispositivo cumpriu os meus critérios médicos — o NoomEMS.

Testei 8 dispositivos EMS disponíveis em Portugal. A maioria são gadgets: impulsos fracos, caixas de plástico, instruções em chinês. Apenas um passou todos os meus critérios:

Certificação CE — dispositivo médico certificado, não um brinquedo
Método Triple: EMS + calor terapêutico + compressão — três mecanismos em simultâneo
Calor 40–60°C (3 níveis) — dilata os vasos, facilita o acesso dos nervos ao oxigénio
Correias ajustáveis — adapta-se a todos os tamanhos de pé, seguro com edemas
Sem fios — usa na cadeira, a ver televisão, sem cabos nem clínica
⚠️ATENÇÃO: NÃO usar com pacemaker — parâmetros verificados para diabéticos
Garantia de 90 dias — se não sentir diferença, devolução total sem perguntas

É o NoomEMS. Não mais um tapete EMS por 20€. Um dispositivo que preenche a lacuna que os medicamentos e as visitas ao fisioterapeuta não conseguiam preencher — estimulação diária e regular em casa.

"Sinto o calor a penetrar. É uma sensação interessante."

"Após a primeira sessão sinto que algo mudou. Ao fim de uma semana sei: o ardor à noite é mais fraco."

"A irritabilidade diminuiu. Provavelmente porque finalmente consigo dormir."

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Quanto custa — e como comparar com as únicas alternativas.

Preço normal: 79,90€
39,90€ -50%
Promoção limitada
Fisioterapia
40–80€/sessão × 3 vezes por semana = 6.240€ por ano
E os nervos apagam-se entre sessões.
Medicamentos
50–150€ por mês = 600–1.800€ por ano
Mascaram a dor. Não regeneram os nervos.
Amputação
15.000–80.000€+
E nunca mais será a mesma pessoa.
NoomEMS
39,90€ uma única vez.
Todos os dias. Na cadeira. Com um chá.

Quem pode beneficiar — e quem não deve esperar.

Se sente:

  • Ardor, formigueiro, picadas (especialmente à noite)
  • Adormecimento nos dedos ou em todo o pé
  • Pés frios a temperatura normal
  • Tornozelos inchados que não melhoram

→ Ainda tem tempo. Mas não o desperdice.

Se tiver uma úlcera ativa ou infeção — primeiro ao médico. O NoomEMS é um suporte, não um substituto do tratamento.

Se tem diabetes e qualquer sintoma nos pés — este é o momento certo.

Experimentar NoomEMS — 39,90€, devolução em 90 dias →

O que dizem as mulheres que não quiseram esperar.

Margarida, 68 anos, Lisboa:
"Há anos que dizia aos médicos que os meus pés ardiam à noite como fogo. Ouvia: é normal na diabetes. Após três semanas com o NoomEMS — pela primeira vez em cinco anos dormi a noite toda. O primeiro pensamento foi: estou a sonhar?"
Fernanda, 71 anos, Porto:
"Tinha a sensação de que os meus pés estavam a morrer por dentro. A minha filha encontrou este artigo. Estava cética — desperdicei centenas de euros em coisas que não resultaram. Mas a garantia de 90 dias convenceu-me. Ao fim de 6 semanas sinto o chão. Realmente sinto."
Teresa, 65 anos, Coimbra:
"O meu filho disse para experimentar. Eu disse-lhe: mais uma treta. Mas finalmente durmo. Finalmente de manhã não tenho medo de me levantar. O meu neto pergunta porque é que a avó está tão alegre — digo-lhe: porque os pés não doem."

A sua vida daqui a 30, 60, 90 dias — se começar hoje.

7–14 dias
primeiros sinais — ardor noturno mais fraco, menos vezes a acordar, manhã mais leve.
30 dias
sono mais estável. Noite mais tranquila. Menos necessidade de arrefecer os pés.
60–90 dias
retorno da sensibilidade (em 83% das doentes). Marcha mais estável. Menos medo a cada passo.

Imagine uma manhã sem esse medo. A descer as escadas. Normalmente. Sozinha.

*Nomes alterados. Histórias baseadas nas experiências das utilizadoras do NoomEMS.

Não arrisca nem um cêntimo. Eis porquê.

🛡️ Garantia de devolução total de 90 dias

Usa durante 3 meses. Se ao fim de 90 dias não sentir nenhuma diferença — devolve o dispositivo e recebe todo o dinheiro de volta. Sem perguntas. Sem condições. Sem justificação.

Sou eu — Dra. Marta Wojcik — a dizer-lhe: durante 15 anos aconselhei os doentes a esperar. Vi o que isso resulta. Já não aconselho a esperar. Tem duas opções:

OPÇÃO A

Feche esta página. Volte ao dia a dia. Espere que o ardor passe sozinho. (Não vai passar.)

OPÇÃO B

Dê aos seus nervos o que precisam. 39,90€. 90 dias. Sem risco.

Se a D. Graça tivesse tido esta oportunidade — teria aproveitado. Eu sei isso.

Não cometa o mesmo erro que eu cometi. Não espere até ser tarde demais para falar de dor.

P.S. A promoção está limitada. Não há contagens regressivas artificiais — mas quando o stock acabar, o preço volta a 79,90€. Os seus nervos não podem esperar por um momento melhor. Este é agora.
Não espere — encomende o NoomEMS agora →

Dispositivo EMS Noom™

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Avaliação das clientes NoomEMS
4.8
★★★★★
em 5
5 ★
90%
4 ★
7%
3 ★
2%
2 ★
0%
1 ★
1%
Redução da dor noturna★★★★★ 5.0
Melhoria da sensibilidade nos pés★★★★★ 5.0
Segurança para diabéticos★★★★★ 5.0
Facilidade de uso em casa★★★★☆ 4.8
💬 Comentários
Ana Ferreira
Alguém pode confirmar se isto realmente funciona para neuropatia? Estou farta dos comprimidos e procuro algo natural para a dor.
Gosto! · Responder 39 min
Marta Sousa
Ana, a mim funciona. Tenho o pé diabético e esse ardor à noite era insuportável. O EMS neste massajador melhora a circulação. Recomendo experimentar.
Gosto! · Responder7 👍 · 16 min
Domingas Rodrigues
Comprei o meu pelo preço normal há uma semana e agora está em promoção? Pena, mas valeu a pena pela sensação de alívio nos tornozelos.
Gosto! · Responder 51 min
Silvia Gomes
Qual é a rapidez de entrega? O meu pai faz anos para a semana e tem grandes problemas com inchaço.
Gosto! · Responder 1 h
Mariela Carvalho
Olá Silvia, a mim o estafeta chegou em 2 dias úteis, por isso deve chegar a tempo :)
Gosto! · Responder2 👍 · 24 min
Luis Borges
Estou impressionado. Os impulsos EMS são percetíveis, mas não doem. Reduz muito bem o inchaço nos tornozelos ao fim de um dia inteiro. Para um diabético é imprescindível.
Gosto! · Responder 1 h
Hugo Campos
Comprei para a minha mulher que tem problemas de circulação com a diabetes. Diz que é o melhor presente que alguma vez recebeu. Deixou de acordar de noite com dores nas pernas.
Gosto! · Responder 4 h
Ana Madeira
Nunca acreditei nestes aparelhos da internet, mas este massajador realmente funciona. A sensação é como uma massagem a sério, e o inchaço dos tornozelos desaparece em 15 minutos.
Gosto! · Responder 5 h
Clara Milhazes
Adoro o meu massajador! Hoje tive de encomendar um segundo para a minha mãe, porque está sempre a usar o meu para as varizes!
Gosto! · Responder 5 h
Catarina Orvalho
Também vou encomendar um segundo, enquanto está em promoção. É melhor do que as idas constantes ao fisioterapeuta.
Gosto! · Responder5 👍 · 2 h
Ines Maio
Obrigada, a encomenda chegou hoje! Esta noite vou testar nos meus pés diabéticos.
Gosto! · Responder 5 h
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