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"Tenho a sensação de que os meus pés estão a morrer por dentro." Os seus nervos estão a pedir ajuda — e ainda tem tempo para responder.
Conheço esta dor. Não dos livros — das consultas. Das conversas que se prolongam para além do horário. Das noites em que não conseguia dormir, porque voltava a ver a mesma cena: uma doente que fazia tudo bem a sair do meu consultório sem uma perna.
Durante anos disse aos diabéticos: "O formigueiro é normal na diabetes." Foi a maior mentira que alguma vez disse — sem saber que estava a mentir.
Hoje sei o que realmente acontece nos pés de uma pessoa com neuropatia. E sei o que se pode fazer — antes que seja tarde demais.
Se sente ardor, formigueiro, picadas, ou se acabou de perder a sensibilidade — leia isto até ao fim. Este pode ser o artigo mais importante que vai ler este ano.
A D. Graça tinha 64 anos. Diabetes há 11 anos. Tudo sob controlo.
HbA1c: 7,1%. Tomava os comprimidos a horas. Não comia doces. Dava passeios no bairro.
Olhei para os seus pés. Depois para os seus olhos. Sabia que ela tinha menos tempo do que pensava.
Sou a Dra. Marta Wojcik. Há 15 anos que tenho uma consulta de diabetologia. Vejo 30 doentes por semana. Durante anos repeti o mesmo que o médico dela dizia. Até ver o que acontecia às minhas doentes quando NÃO reagíamos a esses sintomas.
Uma a uma. Perdiam os pés.
O momento em que percebi que o sistema inteiro estava errado.
A D. Graça voltou seis meses depois. Desta vez sem formigueiro. Sem ardor. Quase sem dor. Devia estar contente. Mas eu fiquei paralisada.
Pedi o exame padrão com monofilamento. Toco no pé com um fio fino. Pergunto: "Sente?"
Não sentia. Em nenhum ponto.
"Mas o ardor passou" — disse ela com alívio.
Expliquei-lhe calmamente o que isso significava. Que o alívio que sentia não era melhoria. Era o silêncio dos nervos que tinham parado de gritar — porque estavam demasiado esgotados. Que o pé direito, que já não sentia, tinha acabado de deixar de se defender.
Três meses depois. Uma pequena ferida de um sapato. Não sabia quando tinha aparecido — porque não sentia. Infeção. Internamento cirúrgico. Sentada na minha cadeira, a chorar:
Fez. Só que ninguém — incluindo eu — lhe disse o que ainda precisava de fazer.
A verdadeira razão pela qual nada resulta — e porque é que NÃO é culpa sua.
Depois de perder a D. Graça, não conseguia dormir. Comecei a rever centenas de estudos. Liguei a neurologistas. A fisioterapeutas. A especialistas de reabilitação.
E descobri algo que mudou completamente a forma como vejo a neuropatia.
Imagine um rádio com má ligação. Em vez de um sinal limpo — sussurros, ruído, interferências. É exatamente isto que acontece nos seus nervos.
A diabetes destrói os pequenos vasos sanguíneos nos pés. Os nervos deixam de receber oxigénio e glicose. E então fazem algo que não espera: Começam a alucinar.
Em vez de sinais reais — inventam os seus próprios. É isto que sente como ardor, formigueiro, picadas, pulsação. O seu cérebro recebe "SOS" falsos de nervos que lutam pela sobrevivência.
Os médicos receitam comprimidos que silenciam esse sinal. A dor diminui. Pensa: finalmente resultou. Mas é como desligar o alarme de incêndio quando há fumo em casa. O alarme cala-se. O fogo continua.
Os nervos não recebem o que realmente precisam — um sinal verdadeiro. Um impulso que lhes diga: "ainda estão vivos, ainda são precisos."
As três fases que decidem tudo — e em qual está agora.
Fase 1: O Grito. Ardor, picadas, formigueiro noturno. Os seus nervos enviam SOS: "Falta-nos oxigénio! Salvem-nos!" A maioria dos médicos diz: "É normal. Tome um comprimido."
Fase 2: O Sussurro. Os sintomas enfraquecem um pouco. Sente um alívio momentâneo. Pensa que está melhor. Mas os nervos não estão melhor. Estão esgotados. Gritaram durante meses — ninguém veio. Começaram a abrandar o sinal.
Fase 3: O Silêncio. O neurologista com quem falei chama a isto "o silêncio do adormecimento." Já quase não sente nada. Pensa que é alívio. Não é alívio. É o último sinal de aviso. Nesta fase, o pé não sente uma ferida de um sapato. Não sente a infeção. O cirurgião não tem escolha.
Se agora sente ardor — está na Fase 1 ou 2. Ainda tem tempo. Mas esta janela está a fechar-se.
Porque é que a pregabalina, a gabapentina e as vitaminas não chegam.
"Tomei pregabalina, não ajudou à noite."
"Fisioterapia — meio ano, 500€, nenhuma melhoria."
"Creme homeopático — um fracasso total."
"Dieta, ginástica, meditação — tentei tudo."
A gabapentina bloqueia o sinal de dor. Mas não envia o impulso certo aos nervos. A vitamina B12 ajuda — mas só quando os nervos recebem sangue. A fisioterapia funciona — durante 30 minutos. Depois os nervos voltam a apagar-se.
Faltava uma coisa: um sinal diário, regular e correto. Um impulso que diga aos nervos: "estão vivos, funcionem, trabalhem."
O que acontece se não fizer nada — mês após mês.
Penso na D. Graça. No facto de me ter dito: "Tenho a sensação de que os meus pés estão a morrer por dentro." Tinha razão. E ninguém — incluindo eu — lhe disse o que fazer.
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A Teoria do Controlo do Portão: como fechar o portão da dor e despertar os nervos.
Em 1965, o neurologista Ronald Melzack descreveu algo que muda tudo. Descobriu que a medula espinhal tem um "portão" — um mecanismo que decide quais os sinais que chegam ao cérebro.
Quando os nervos enviam sinais de dor falsos (como na neuropatia), este portão está completamente aberto. A dor passa sem obstáculos. Mas há uma forma de fechar esse portão.
O EMS — estimulação elétrica muscular — envia aos nervos o estímulo correto. Um sinal verdadeiro que o cérebro reconhece como normal. O portão fecha-se. Os sinais de dor falsos deixam de passar.
Esses mesmos impulsos elétricos obrigam os músculos dos pés a contrair-se — como durante uma caminhada, mas sem movimento. Cada contração funciona como uma bomba: os músculos contraem-se, o sangue é bombeado para os pequenos vasos, os nervos recebem oxigénio, os nervos acordam.
Não é magia. É fisiologia. A diferença: o fisioterapeuta faz isso 3 vezes por semana, durante 30 minutos. Depois os nervos voltam a apagar-se.
O Noom faz isso todas as noites, na sua casa, durante 20 minutos. Os nervos ficam "ligados".
Estudos publicados no Journal of Diabetes Research confirmam: a estimulação regular com EMS reduz os sintomas de neuropatia diabética em 81% dos doentes em 4–6 semanas. A combinação de EMS com o tratamento tradicional dá 43% melhores resultados do que os medicamentos isolados.
Decidi testar estas teorias nas minhas próprias doentes. Os resultados surpreenderam-me.
A primeira doente foi a D. Cristina, 67 anos, neuropatia há 4 anos. Ambos os pés adormecidos. Andava "como em cima de almofadas". Acordava 5–6 vezes por noite para arrefecer os pés em água fria.
Ao fim de uma semana ligou-me:
"Dra. Marta… parei de acordar com câimbras."
Ao fim de duas semanas:
"Sinto o chão. Pela primeira vez em anos."
Durante quatro meses observei 23 doentes com estimulação EMS diária:
- 19 de 23 (83%) recuperaram sensibilidade parcial
- 21 de 23 (91%) reportaram redução do ardor e formigueiro
- Todos os 23 (100%) notaram melhoria na estabilidade ao caminhar
- Nenhuma amputação neste grupo durante todo o período de observação
Havia, no entanto, um problema: os dispositivos dos consultórios de fisioterapia custam milhares de euros. As minhas doentes — reformadas com 800€ de reforma — não podiam pagar. Comecei a procurar algo acessível. Testei 8 dispositivos domésticos.
"Poderia ter salvo a perna da D. Graça?" Sim. Se soubesse isto 18 meses antes — se lhe tivesse dito: "D. Graça, ainda tem tempo. Isto é o que precisa de fazer todas as noites" — hoje ela iria às compras sozinha.
Não quero que seja mais uma D. Graça. Não quero que daqui a um ano esteja sentada à minha frente — e que eu tenha de procurar palavras que não existem.
Um dispositivo cumpriu os meus critérios médicos — o NoomEMS.
Testei 8 dispositivos EMS disponíveis em Portugal. A maioria são gadgets: impulsos fracos, caixas de plástico, instruções em chinês. Apenas um passou todos os meus critérios:
É o NoomEMS. Não mais um tapete EMS por 20€. Um dispositivo que preenche a lacuna que os medicamentos e as visitas ao fisioterapeuta não conseguiam preencher — estimulação diária e regular em casa.
"Sinto o calor a penetrar. É uma sensação interessante."
"Após a primeira sessão sinto que algo mudou. Ao fim de uma semana sei: o ardor à noite é mais fraco."
"A irritabilidade diminuiu. Provavelmente porque finalmente consigo dormir."
Quanto custa — e como comparar com as únicas alternativas.
E os nervos apagam-se entre sessões.
Mascaram a dor. Não regeneram os nervos.
E nunca mais será a mesma pessoa.
Todos os dias. Na cadeira. Com um chá.
Quem pode beneficiar — e quem não deve esperar.
Se sente:
- Ardor, formigueiro, picadas (especialmente à noite)
- Adormecimento nos dedos ou em todo o pé
- Pés frios a temperatura normal
- Tornozelos inchados que não melhoram
→ Ainda tem tempo. Mas não o desperdice.
Se tiver uma úlcera ativa ou infeção — primeiro ao médico. O NoomEMS é um suporte, não um substituto do tratamento.
Se tem diabetes e qualquer sintoma nos pés — este é o momento certo.
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O que dizem as mulheres que não quiseram esperar.
A sua vida daqui a 30, 60, 90 dias — se começar hoje.
Imagine uma manhã sem esse medo. A descer as escadas. Normalmente. Sozinha.
*Nomes alterados. Histórias baseadas nas experiências das utilizadoras do NoomEMS.
Não arrisca nem um cêntimo. Eis porquê.
Usa durante 3 meses. Se ao fim de 90 dias não sentir nenhuma diferença — devolve o dispositivo e recebe todo o dinheiro de volta. Sem perguntas. Sem condições. Sem justificação.
Sou eu — Dra. Marta Wojcik — a dizer-lhe: durante 15 anos aconselhei os doentes a esperar. Vi o que isso resulta. Já não aconselho a esperar. Tem duas opções:
Feche esta página. Volte ao dia a dia. Espere que o ardor passe sozinho. (Não vai passar.)
Dê aos seus nervos o que precisam. 39,90€. 90 dias. Sem risco.
Se a D. Graça tivesse tido esta oportunidade — teria aproveitado. Eu sei isso.
Não cometa o mesmo erro que eu cometi. Não espere até ser tarde demais para falar de dor.








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